Presidente da ACSPMBM-AM Cabo Maciel pede mais agilidade na aprovação de Projetos de Lei que beneficiam policiais

QUARTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2013

Tem policial com 16 anos de efetivo trabalho que ainda não recebeu promoção. 

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Dep. Cabo Maciel cobra encontro com o governo

O deputado estadual Cabo Maciel (PR) pediu mais agilidade do Governo do Estado na aprovação de Projetos de Lei que beneficiam os policiais do Amazonas durante discurso na manhã desta terça-feira (28) na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM). O parlamentar explicou que, mesmo tendo uma minuta de Lei que cria a carreira dos policiais e bombeiros militares, a categoria depende da aprovação do Governador e já aguarda há quase 90 dias por um posicionamento por parte dele. “A minuta de Lei já foi encaminhada à Sead (Secretaria de Estado de Administração) e à PGE (Procuradoria Geral do Estado) e encontra-se na Casa Civil, já tendo parecer jurídico favorável. Solicito que o governador avalie essa minuta, pois existem turmas de praças que dependem dessa aprovação para serem promovidos”, solicitou. 2860 24.5.SOLDADOS =313

Militares continuam sem Lei de Promoção

Exemplificando as turmas de 1997 e 1998, Cabo Maciel afirmou que as carreiras dos praças estão paradas por falta de amparo legal para promoção. “Já tive inúmeras reuniões com o Chefe da Casa Civil do Governo sobre o assunto, mas necessitamos que essa Lei chegue à ALEAM para ser votada. Sabemos que a agenda do Governador é muito cheia, mas precisamos ter os policiais devidamente amparados no que se refere a promoções”, alegou, comunicando que vai participar de uma reunião com as entidades de classe ainda esta semana sobre o assunto. Do mesmo modo, o deputado enfatizou a importância do reajuste do auxílio moradia dos praças no interior do Amazonas. “Já são dez anos com a gratificação congelada. O policial hoje recebe R$ 300 reais para trabalhar no interior e assim não tem condições de alugar um lugar digno para morar, mesmo sendo transferido, ele não tem nem a garantia de ter um lugar decente para morar”, afirmou, solicitando que o governador reavalie o valor para R$ 400, conforme acordo firmado entre o Governo do Estado e a categoria.

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