Polícia Civil de Alagoas ganha 115% de aumento salarial

TERÇA-FEIRA, 11 DE OUTUBRO DE 2011

O presidente da ACSPMBM-AM Cabo Maciel tem percorrido as unidades militares e falado sobre a importância da união dos militares para se conseguir algumas conquistas. Não adianta, ficar em casa e depois ficar ligando para saber o que aconteceu.

 Alagoas é o estado brasileiro com o maior índice de homicídios no Brasil, cerca de 60 por 100 mil habitantes – quase o triplo da média nacional. Este é um desafio significativo para as polícias alagoanas, que precisam estar aptas para a redução de índice tão absurdo. Uma medida relevante (mas não suficiente) foi adotada pelo governo do estado alagoano, no sentido de valorizar seus policiais civis: concedeu um aumento salarial de 115%, fazendo com que os vencimentos iniciais passassem de R$ 2.265,00 para R$ 5.165,00. A Assembleia Legislativa aprovou, na semana passada, a nova tabela salarial para investigadores e escrivães da Polícia Civil que será válida até dezembro de 2014. Os valores corrigidos, que beneficiam servidores ativos e aposentados, passam a vigorar a partir de dezembro deste ano. Pela proposta encaminhada pelo governador Silval Barbosa e aprovada por unanimidade pelos parlamentares, o aumento salarial está dividido em cinco anos e vai permitir, neste período, aumento de 115% a categoria.

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Assim, o salário inicial, que corresponde atualmente a R$ 2.265,00, vai saltar para R$ 3.900,00. Em 2014, quando termina a fase de reajuste salarial, a categoria vai ganhar salário inicial de R$ 5.165,00 e ainda permitir vencimentos de até R$ 11.079,00. Se a inflação de 2011 a 2014 superar o índice de 6%, o Governo do Estado, automaticamente, vai conceder a reposição. Atualmente, a Polícia Civil detém 1760 investigadores ativos e mais 120 perto de concluir a formação. O número de escrivães chega a 630. A aprovação do reajuste salarial, que aguarda somente a sanção do Executivo, põe fim à crise de relacionamento da Polícia Civil com a cúpula do Governo do Estado. Isso porque investigadores e escrivães deflagraram este ano uma greve que durou dois meses diante das reivindicações por melhores salários. A paralisação só chegou ao fim quando o governador Sinval Barbosa endureceu o discurso e anunciou corte de salários e possibilidade de demissão geral, se não houvesse retorno ao trabalho em 24 horas.

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