Presidente da ACSPMBM-AM Dep. Cabo Maciel defende melhorias para Polícia Militar e Corpo de Bombeiros

QUINTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2011

Cabo Maciel reafirma seu compromisso com os policiais e bombeiros militares do Amazonas, dando eco as reivindicações que chegam ao seu conhecimento. O deputado estadual Cabo Maciel reiterou ontem (17), da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) seu compromisso em estabelecer uma Segurança Pública melhor para o Estado do Amazonas, além de defender os praças e oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, com o intuito de proporcionar melhores salários, condições dignas de trabalho e qualidade de vida para aqueles que trabalham na Segurança Pública do Estado. Maciel afirmou que esteve todos esses meses aguardando a aplicação das metas propostas pelo governador Omar Aziz, principalmente em relação ao anúncio do repasse de recursos de R$ 250 milhões para o setor de Segurança, além de outros valores que já foram liberados, para a compra de fardamentos, armas, coletes, viaturas, reforma ou construção de batalhões ou companhias tanto na capital quanto no interior do Estado. O deputado citou a questão que envolve a Proposta de Emenda Constitucional (PEC-300) que está tramitando na Câmara Federal onde, segundo ele, não existe interesse por parte do Governo Federal para que a PEC chegue ao segundo turno, onde seria aprovada a criação de um piso nacional para a categoria. “Com exceção do Distrito Federal, onde um soldado em início de carreira ganha R$ 6.030,00 e Sergipe que paga R$ 3.200,00, nos demais Estados da Federação, pagam salários de miséria para os policiais e ainda não têm o respeito em dar estrutura adequada para que eles prestem serviço de excelência para a população de seus Estados”, protestou. Segundo Maciel, está sendo organizado um grande movimento no País para a criação do piso nacional com a aprovação da PEC-300, ressaltando no nome do deputado federal Átila Lins que desde 2008 vem lutando com as entidades de classe no Amazonas para que se leve essa proposta para votação em 2° turno. “A falta de respeito do Governo Federal com a Segurança Pública tem que ser exposta. Essa categoria, hoje, está trabalhando com salários de miséria, sem condições de trabalho e a cobrança em cima das corporações em todo o País é muito grande, por isso, estamos organizando esse movimento sem data para encerrar em Brasília, com a finalidade de que a presidente Dilma Rousseff analise com muita cautela a aprovação dessa PEC sob a penalidade de se estourar no País uma paralisação nacional das polícias”, assinalou.

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